Traumas, complexos e a luta por reconhecimento (parte II)



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Quando se pensa em uma subjetividade alicerçada em cima de experiências de preconceito e de exclusão social percebe-se que, por mais que o dinheiro exerça uma atração fascinante nesse contexto,

Traumas, complexos e a luta por reconhecimento (parte I)



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Nos diálogos que travei com os praticantes de modalidades diversas de crimes, a categoria nativa “revolta” esteve presente em muitos momentos, referindo-se a diferentes contextos: podia estar relacionada a uma

Consumo, dinheiro e sexo: a tríade hedonista da carreira criminal



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Dando continuidade à análise dos contextos que influenciam nas tomadas decisão para ingressar na carreira criminal nas favelas, outra configuração que se apresenta como mola propulsora para a “escolha” pela

A “escolha” é uma escolha? Compreendendo o ingresso nas relações criminais



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Analisando a socialidade favelada, pode-se decretar que alguém “escolhe” ser “bandido”, como se fosse uma escolha prática entre ser “traficante”, médico ou engenheiro? Que opções profissionais surgem como viáveis às

“Cadeia é uma máquina de fazer bandido”



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Neste texto, quero trazer a fala de alguns “bandidos” capturados pela lei proibicionista brasileira. Eles narram algumas histórias de suas passagens pelo sistema prisional, expondo suas experiências materiais e subjetivas.

Estado punitivo-penal e a produção social da delinquência



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Com a figura do delinquente criada pela administração penitenciária e essencializada pelas agências midiáticas (meios de comunicação de massa), é quase inescapável às pessoas que praticam a criminalidade pobre evitarem

Tecnopolítica da punição: A função econômica do encarceramento



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Os braços deste rio caudaloso por onde escorre o sistema de relações sociais do crime, ainda que à primeira vista possam parecer caóticos e desordenados, funcionam de maneira organizada, compartilhada

“O crime nunca vai acabar por causa da polícia”: a participação policial decisiva nas relações criminais



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Vale observar que os acordos entre polícia e “bandidos” são extremamente frágeis e implicam apenas, de antemão, uma permissão para funcionar, não uma proteção total e irrestrita. A fluidez orgânica

A economia da corrupção que move a relação entre polícia e “bandidos”



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É sobretudo na relação de trocas de interesses mútuos com os “bandidos” que a polícia investe sua decisiva participação no sistema de relações sociais do crime. As favelas são territórios

“Não confio na polícia”: A relação de descrença entre a classe trabalhadora e os policiais



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O descrédito das pessoas pobres pelos meios judiciais é justificado principalmente pela violenta (física e simbolicamente) relação das populações faveladas com a instituição do aparelho judiciário com a qual convivem