Uma tentativa de diálogo entre a “vida nua” e a crueldade 



0 Comentários

O conceito de “vida nua” de Walter Benjamin foi reexplorado pelo filósofo italiano Giorgio Agamben, em Homo sacer: o poder soberano e a vida nua. De acordo com ele, a

“O cara num nasceu pra viver no crime o resto da vida não”



0 Comentários

Nas muitas conversas com os trabalhadores das drogas e dos assaltos no Grande Tancredo Neves (GTN), quase todos, ao serem questionados, me falaram que tinham o desejo de “sair do

O assaltante como um nômade das práticas criminais



0 Comentários

Eu fui assaltado uma única vez. Tinha 15 anos e estava indo da minha casa à farmácia quando um jovem encostou bem próximo a mim com sua bike e anunciou

“Traficante é aquele que nem pega na droga”



0 Comentários

Na criminalidade pobre, o tráfico varejista de drogas é a principal atividade que movimenta as relações criminais. Diferentemente da modalidade do assalto, o tráfico é uma atividade sedentária, como sublinhou

O costume guerreiro dos adeptos da criminalidade pobre 



0 Comentários

Nos últimos três textos viemos abordando as disputas e as lutas, desde o final dos anos 1990, por autoafirmação e reconhecimento entre os jovens das periferias cearenses; disputas estas que

Crônica de uma guerra entre quadrilhas de “traficantes” 



4 Comentários

  A última chacina na região do Grande Tancredo Neves (GTN) foi em agosto de 2015, quando dois carros com integrantes de uma quadrilha do Tancredo armados invadiram uma rua

Socialidade juvenil em Fortaleza dos anos 1990/2000: Dos bailes funks às quadrilhas do tráfico  



0 Comentários

Historicamente, nenhuma disputa foi tão comentada no Grande Tancredo Neves (GTN) e experimentada violentamente pelos moradores como “ecos da violência”, para usar uma expressão cunhada pelo sociólogo Geovani Jacó Freitas,

“Você conquista o respeito, você num impõe”: A liderança nas relações criminais 



0 Comentários

Como já falei em outro texto, o sistema de relações sociais do crime funciona numa engrenagem reticular que separa os agentes numa cadeia hierárquica de acordo com as coações socioeconômicas

“O crack veio pra acabar com tudo”: o noia como um “zé ninguém”



4 Comentários

Outra representação coletiva tão recorrente quanto a de “pirangueiro” é a de “noia”. Noia é o adicto que é julgado como se não conseguisse ter controle psicoemocional sobre o uso

“Pirangueiro”, “cabueta”, “boca de prata”, “corre de ganso”, “atrasa lado”: compreendendo algumas categorias negativadas da moralidade criminal 



3 Comentários

Durante o trabalho de campo, nas muitas conversas com os interlocutores, muitas categorias nativas surgiram. Algumas vieram como subcategorias estigmatizadas e depreciadas dentro das relações criminais. A principal delas e