manifestos pandêmicos (II)



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/// Veja aqui manifestos pandêmicos (I). A poeta Giulia Lorenzini Nogueira alimenta o perfil @giubicidades. 

Ibiapina



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No ibi há Macaba Emburi Indaiá   Guirá que pia  Não é só sabiá   : tem Jacu Macuco Maritaca Tangará   vida com mais potira se não fosse Ibiapina

manifestos pandêmicos (I)



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/// A poeta Giulia Lorenzini Nogueira alimenta o perfil @giubicidades. 

Radical



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só há terra indígena tudo é do índio   palavras são do índio terra é do índio canto é do índio brasil é do índio    ídios- não há só

Últimas notícias do Brasil e dos Brasis



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“a terra vai se rebelar as florestas precisam ficar em pé” diz cacique Raoni   carnaval de pandemia tem praias cheias, vejam fotografias   : tambaba guarita tabatinga imbé moreré

Prelúdio



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  Amerindío —  Incêndios Genocídio — negócios   Além de rimas, vítimas  Prelúdio para o fogo. — o rogo o rogo o rogo   Ayuru Amary Amapá  Aguapé Anamí inajá

Advérbio



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a palavra é avermelhada talvez carnívora e pouco reflorestada vale mais extirpada da terra do âmago e do ventre esmirrado dos homens   a palavra é servida crua e explorada

Não é um canto, é um lamento



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  criam boi em terra indígena plantam soja em área ilegal desmatam até a última pena tiram o couro do solo animal   é uma pena é uma pena  é

um poema quando nasce esparrama pelo chão



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  livros de poesia amuletos panfletos etc talhados um a um   pelo silêncio-princípio inconformado da sua própria capa cidade   não almejam servir-lhe de portas abertas   menos ainda

Supermercado



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  todo esse peso nas costas  de todos esses anos no tronco    falta ar para respirar  sufoco  umminuto     ah! o privilégio da cor!  o privilégio da  justiça! e