Solta o Berro! (5ª edição)

SoltaOBerro_editadobodeberro@revistaberro.com

 

2ª edição

Bode Berro e a manifestação dos “politiblocs”  bit.ly/politiblocs

Anônima Afrodite: Revista Berro, estou lendo a 2ª edição, desde já parabéns! O quadrinho da capa final ficou foda! Adoraria compartilhar!

Oxe, muié… pois compartilha que eu vou achar é bom! Taí em cima o link! Ali foi durante a época das eleições e as ruas tavam cheia desses papel véi desses(as) políticos(as), cada um(a) com um sorriso mais falso que outro… Nam, desse papel eu nunca comerei!

 

Bode Berro entrevista Suricate Seboso  bit.ly/berro_e_suricate

Maylla Pita: O Suricate já estava na minha lista de “bixo lindo”, agora, acaba de entrar o Bode Berro.

O bodim aqui tem sua lindeza sim! Brigado pela buniteza do comentário, quando eu encontrar o Suricate eu aviso a ele do elogio, tá certo?

 

3ª edição

É proibido proibir! bit.ly/proibidoproibir

Emílio Figueiredo: Sou advogado pela reforma da política de drogas e defensor de cultivadores domésticos e usuários medicinais de cannabis. Escrevo para parabenizar pela reportagem que vocês escreveram sobre a Política de Drogas. É muito bom ver o tema sendo tratado dessa forma. Espero que o tema volte em breve à Revista Berro, pois ainda há muito a ser falado. Abraços!

Valeu pela força, Emílio. Poisé, a gente entende que precisa legalizar todas as drogas e bater um papo sobre a redução de danos e mais informações sobre os efeitos das substâncias que a pessoa decide colocar no seu corpo. Já cansei de ver mãezinhas chorando e jornais transformando vítimas em culpadas.

Henrique Sousa: Eu quero a legalização tbm, mas imagine como seria tds as drogas livres; teria muito mais usuários do que cachaceiros; imagine a legalização do crack: é isso que vcs querem? Pq para o meu pivete esse futuro eu dispenso.

Henrique, a legalização é só um primeiro ponto dentro do papo sobre as drogas no Brasil. A gente não compreende a legalização como algo distante do debate de consumo consciente ou redução de danos. Imagina quanto homicídio vai deixar de acontecer só com a legalização? Imagina quanta substância de origem duvidosa que vai deixar de aparecer? Imagina quanta gente se preocupando em produzir para o consumo, numa outra relação com os próprios hábitos? A conversa é longa e a legalização é só a ponta (com trocadilhos!…hehehe!).

 

Lambe-lambe: Talita bit.ly/fototalita

Léllis Luna: Estava eu vindo dos Correios e entro no Museu do Ceará. Lá me deparo com a revista. A moça gentilmente me ofereceu e qual não foi a surpresa de uma publicação GENUINAMENTE cearense e outro “susto” bom foi a foto (Lambe-lambe) da Analice Diniz. Tudo muito invocado. Sucesso e muitos anos editando coisas do nosso jeito.

A gente não teria essa paixão toda em produzir essa revistinha se não fosse a colaboração das nossas amizades, Léllis. Te convidamos a colaborar com o que você puder-quiser: ensaio fotográfico, pintura, conto, crônica, poesia, sugestão de pauta, reportagem, etc… Temos a restrição de não aceitar expressões homofóbicas, racistas, misóginas (óia como tô falando bonito!), ou coisas do tipo, isso a grande mídia já faz, nossa abordagem é outra. Brigado!

 

4ª edição

Entrevista Laerte: “Não há limiar para o humor”  bit.ly/entrevista-laerte

Juliana Evandro: Excelente entrevista! Adorei.

A Laerte é uma grande artista, com uma experiência de vida massa, e a entrevista tentou refletir parte da trajetória dela. Valeu!

Itinerância Poética: Nem para o Humor nem para o Amar… dá-lhe Laerte…

O humor também é uma forma de amar. Por isso a gente se inspira um pouco nela pra trazer essa combinação aqui pra Berro!

Laerte Coutinho: Berradores, ficou muito boa a Berro – parabéns! Beijo!

Que bom que você gostou, Laerte. Sabíamos da responsabilidade que era te entrevistar e a conversa foi muito legal. Um beijo!

Marília Coutinho: Honestamente, não sei como vocês tiveram coragem de publicar a entrevista. Eu me sentiria completamente envergonhada se fosse um editor sério. Entendo que o ensino superior brasileiro solta no mercado jornalistas sem nenhuma formação metodológica, mas, wow, não saber formular uma única pergunta? Nenhuma. Isso foi irritando a entrevistada. O resultado foi um conteúdo que certamente deve ter dado um pico de hits na página porque pegou carona com a celebridade da entrevistada, mas é horrível e constrangedora. Embora eu não tenha nenhuma esperança de que isso ocorra, poderia haver aprendizado aqui. Mesmo quando o entrevistado não se identifica com a proposta da mídia, se a entrevista for conduzida de maneira metodologicamente adequada, é possível produzir conteúdo. Aqui… zero. Eu não li até o fim. Li até o meio por motivos óbvios: é natural que eu tenha interesse no que disse meu irmão aqui ou ali, mas, putz, eu dei aula na ECA, os estudantes não me pareciam tão despreparados naquele tempo…

RespostaIrmãLaerteOi Marília! A gente teve coragem de publicar a entrevista porque não estamos preocupados em esconder os acertos e desacertos que surgem de uma entrevista não-editada. Para nós, isso traz uma riqueza que se aproxima da oralidade, do que de fato é falado numa “entrevista real”, muito além de uma entrevista toda editada, aquelas bonitinhas e ordinárias que a gente vê na mídia empresarial. Outra coisa: “editor sério” aqui não tem; é um bando de cabra sem vergoim, que leva a revista debaixo do braço pra distribuir no meio da rua! Aceitamos a crítica e entendemos que as leitoras e leitores têm capacidade reflexiva pra avaliar os conteúdos às suas maneiras. Mas o interessante – e que foi importante para nós, de certa forma – é que a opinião da sua irmã, a entrevistada Laerte Coutinho, foi completamente diferente. Lê aí acima! Por fim, gostaríamos de deixar claro que não temos um pingo de apreço às normas impositivas e “metodológicas” dos manuais de redação. Nosso jornalismo é livre dessas amarras, porque assim é que entendemos a comunicação e a vida.

 

Cidade para quem? Salve-se quem puder!  bit.ly/cidade-para-quem

Assis Viana: Quantas pessoas morrem a cada 1000 reais desviados pelos políticos?

Não só pelos desvios, mas é a forma de governar tão atrasada, Assis. Pautando remoções, grandes obras e a vida das pessoas sempre sendo deixada de lado, nunca como prioridade. É de lascar viu, mah!  

 

Mapa da Desigualdade em Fortaleza  bit.ly/fortaleza-desigualdade

Fabricio Porto: Esclarecedor infográfico.

É bom mostrar essa realidade desigual que a negada às vezes nem sabe. Valeu, Fabrício!

Kleiton Moraes: Massa esse mapa!!

Bora ajudar a compartilhar essa informação, Kleiton!

Daniel Araújo: Triste realidade!

Ter uma moradia não era pra ser privilégio, mas um direito. Quando isso é negado pelo estado, a situação da coisa se torna absurda.

Falcão Junior: Perfeito para uma revolução…

Pois bó fazer essa revolução? Tantos direitos negados a uma grande parcela da população. Tanta gente vivendo mal, comendo mal, vendendo o tempo por uma pequena quantia de dinheiro… a comunicação nada democrática do jeito que está. Tenho que concordar que a situação tava perfeita para uma revolução desde o tempo que as primeiras caravelas aportaram por aqui.

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Mandem sugestões, comentários, pitacos, xingamentos, críticas, palavrões, juras de amor, dinheiro, o diabo a quatro pra gente. Quem sabe o Bode Berro não lhe responde na próxima edição, hein?

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Publicado na Revista Berro – Ano 02 – Edição 05 – Julho/Agosto 2016 ( pgs. 4 e 5) (aqui, versão PDF)

Espia aqui outras Solta o Berro!

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