Alto da Paz



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Zetto Soares Do alto Não há paz. Cidades espremidas apontam para o céu Muros, vidros, cercas, carros blindados… Nossa Cidade Cada vez mais Forte Cada vez mais violenta. Do alto

desafetos



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Bárbara Braz a cidade sem rumo, congestiona caminhos, provoca desencontros. Faz-se do chão o caos, e do consumo a sua bandeira. Cerceia o simples. Não permite sonhos, nem utopias. Envolvida

Eu, universo



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Daniel Sansil Quantos universos eu já vi por aí quantos universos quantas ondas variantes Olho vagamente é um livro de física empoeirando a estante por que eu guardo isso? Insisto

Pegando a noite pelas orelhas



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Daniel Sansil E o fim de tarde traz a luz a luz sem graça, a luz do poste e eu me vejo em embaço de arrumações sem sentido sem métrica

O puro gosto por gente comum



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Por Ana Bento O puro gosto por gente comum a vida real a que sai do matagal a que está no areal do sertão debaixo de um céu alaranjado a

Ao leste de lugar algum



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Por Frida Popp Ao leste de lugar algum, onde o mar é mais azul. Ao leste, onde o sol queima a pele, deixando marcas. Onde os passarinhos não voam. Flutuam

Firulas



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Por Melina A. Aragão Eu quero não querer saber das coisas que não me cabem Abrir as janelas do peito e não ver os ares de azul que me lambem.

Dos nossos



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Por Melina A. Aragão Todo homem tem um destino capa preta, luz branca. Quando a água das veias se estanca fica o vácuo, o coração liberto Devassando os sonhos já

O Monte de Nada



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Por Rodrigo Lucena Observo pontos de incandescência manipulada Dependurados em troncos de concreto E acompanhados de gigantes de madeira Que, constantemente, sintetizam os nutrientes Que vão alimentar o Monte de

Lavra



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Por Melina A. Aragão Meu coração perdidamente apaixonado curva-se diante de sua amada palavra. Por que ela o contorce e brinca e faz ele pulular… A palavra é tijolo e cal.