Socialidade juvenil em Fortaleza dos anos 1990/2000: Dos bailes funks às quadrilhas do tráfico  



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Historicamente, nenhuma disputa foi tão comentada no Grande Tancredo Neves (GTN) e experimentada violentamente pelos moradores como “ecos da violência”, para usar uma expressão cunhada pelo sociólogo Geovani Jacó Freitas,

“Você conquista o respeito, você num impõe”: A liderança nas relações criminais 



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Como já falei em outro texto, o sistema de relações sociais do crime funciona numa engrenagem reticular que separa os agentes numa cadeia hierárquica de acordo com as coações socioeconômicas

“O crack veio pra acabar com tudo”: o noia como um “zé ninguém”



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Outra representação coletiva tão recorrente quanto a de “pirangueiro” é a de “noia”. Noia é o adicto que é julgado como se não conseguisse ter controle psicoemocional sobre o uso

“Pirangueiro”, “cabueta”, “boca de prata”, “corre de ganso”, “atrasa lado”: compreendendo algumas categorias negativadas da moralidade criminal 



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Durante o trabalho de campo, nas muitas conversas com os interlocutores, muitas categorias nativas surgiram. Algumas vieram como subcategorias estigmatizadas e depreciadas dentro das relações criminais. A principal delas e

“Mãezinha”: uma categoria local que põe em suspensão o ethos violento



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Dentro do espectro de relações morais das atividades delitivas no Grande Tancredo Neves (GTN), talvez nenhuma outra categoria local tenha mais capital simbólico positivado do que a “mãezinha”. Conversei com

Os códigos morais da criminalidade favelada (parte II)



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Vale destacar que o código moral das relações sociais do crime no Ceará precede a chegada massiva das facções organizadas no Estado, a partir de meados desta década (em textos

Os códigos morais da criminalidade favelada (parte I)



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Como são construídas as crenças morais de uma comunidade? Seria possível falar de uma ética universal, nos termos propostos pelo filósofo Jürgen Habermas? Em uma sociedade, a moral é imposta

“Fura até o colete dos homi”: As armas como símbolo dominante



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Quanto ao uso indiscriminado de armas de fogo para a realização de atividades criminais por sujeitos pobres, vale a reflexão: seriam as armas o “símbolo dominante” desse tipo específico de

Traumas, complexos e a luta por reconhecimento (parte II)



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Quando se pensa em uma subjetividade alicerçada em cima de experiências de preconceito e de exclusão social percebe-se que, por mais que o dinheiro exerça uma atração fascinante nesse contexto,

Traumas, complexos e a luta por reconhecimento (parte I)



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Nos diálogos que travei com os praticantes de modalidades diversas de crimes, a categoria nativa “revolta” esteve presente em muitos momentos, referindo-se a diferentes contextos: podia estar relacionada a uma