“Não confio na polícia”: A relação de descrença entre a classe trabalhadora e os policiais



0 Comentários

O descrédito das pessoas pobres pelos meios judiciais é justificado principalmente pela violenta (física e simbolicamente) relação das populações faveladas com a instituição do aparelho judiciário com a qual convivem

“O dinheiro fala mais alto, [com ele] se torna mais fácil de fazer justiça”: A violência do aparelho judiciário



0 Comentários

Nenhum regime de signos talvez seja mais acionado pelos meios de produção simbólica da realidade nas sociedades contemporâneas do que aquele que constrói um pretenso e, por que não dizer,

Sistema de relações sociais do crime: uma rede de ações criminais hierárquicas 



0 Comentários

Quando se pensa em “mundo do crime” ou apenas “o crime”, ou ainda “violência urbana” e “crime organizado”, o que mecanicamente vem à cabeça? Quase sem exceção, surgem imagens mentais

“Trabalhadores” e “bandidos”: entre separações e aproximações



0 Comentários

Se há um discurso bastante recorrente entre as pessoas que vivem na favela no sentido da diferenciação é aquele que divide as categorias nativas “trabalhadores” e “cidadãos”, de um lado;

Estabelecidos e outsiders: a favela dentro da favela



2 Comentários

Certo dia, numa banca de pratinhos caseiros que sempre frequento no Grande Tancredo Neves (GTN), para comer um vatapá ou um creme de galinha com baião e cuscuz, captei de

O favelês cearense



6 Comentários

O favelês cearense, que aqui proponho como categoria de análise, é um modo de falar riquíssimo em inventividade e semântica, é o principal dialeto falado nas favelas cearenses por parte

A feira como arte da oralidade popular



2 Comentários

Às quintas, há cerca de vinte anos, começando na rua Castro Alencar e dobrando na avenida Plácido Castelo, ocorre uma feira bastante conhecida em toda a região. Feirantes, que também

As relações sociais das camadas populares



4 Comentários

Seriam as áreas comuns das favelas mais vivas do que nos bairros classe-medianos e “nobres”? Pessoas, cachorros, gatos, porcos, galinhas, jumentos e burros transitam pelas suas ruas e vielas labirínticas.

Grande Tancredo Neves: formação dos territórios



4 Comentários

Os primeiros dois textos da série Antropologia do crime no Ceará discutiram sobre aspectos éticos e metodológicos durante a pesquisa de campo. A partir deste, adentro nos resultados da pesquisa.

Pesquisando o “mundo do crime” e inserindo-se no “campo”



7 Comentários

Como dizia no final do último texto, todo o processo de pesquisa em campo deve ter como horizonte ético-político um exercício de alteridade baseado em humildade e respeito aos indivíduos