“Trabalhadores” e “bandidos”: entre separações e aproximações



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Se há um discurso bastante recorrente entre as pessoas que vivem na favela no sentido da diferenciação é aquele que divide as categorias nativas “trabalhadores” e “cidadãos”, de um lado;

Estabelecidos e outsiders: a favela dentro da favela



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Certo dia, numa banca de pratinhos caseiros que sempre frequento no Grande Tancredo Neves (GTN), para comer um vatapá ou um creme de galinha com baião e cuscuz, captei de

O favelês cearense



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O favelês cearense, que aqui proponho como categoria de análise, é um modo de falar riquíssimo em inventividade e semântica, é o principal dialeto falado nas favelas cearenses por parte

A feira como arte da oralidade popular



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Às quintas, há cerca de vinte anos, começando na rua Castro Alencar e dobrando na avenida Plácido Castelo, ocorre uma feira bastante conhecida em toda a região. Feirantes, que também

As relações sociais das camadas populares



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Seriam as áreas comuns das favelas mais vivas do que nos bairros classe-medianos e “nobres”? Pessoas, cachorros, gatos, porcos, galinhas, jumentos e burros transitam pelas suas ruas e vielas labirínticas.

Grande Tancredo Neves: formação dos territórios



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Os primeiros dois textos da série Antropologia do crime no Ceará discutiram sobre aspectos éticos e metodológicos durante a pesquisa de campo. A partir deste, adentro nos resultados da pesquisa.

Pesquisando o “mundo do crime” e inserindo-se no “campo”



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Como dizia no final do último texto, todo o processo de pesquisa em campo deve ter como horizonte ético-político um exercício de alteridade baseado em humildade e respeito aos indivíduos

A dimensão ética na pesquisa de campo



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Estamos iniciando a série “Antropologia do crime no Ceará”, que vai trazer uma análise socioantropológica sobre o “mundo do crime” no Brasil, com destaque para as terras cearenses. A pesquisa