126 anos da abolição da escravidão no Brasil. Para quem?*



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Por Artur Pires Hoje, 13 de maio de 2014, completam-se 126 anos da abolição da escravidão no Brasil. Na teoria, sublinhe-se. Na prática, as condições de acesso e oportunidades nos

1º de maio – Dia do Trabalhador. E nós com isso?



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Todo 1º de maio se comemora o Dia Internacional do Trabalhador. Mais do que festejar a data, é necessário refletir sobre as condições atuais da classe trabalhadora no Brasil e

Não, eu não sou macaco!



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Não, eu não sou macaco! Sou negro, sou índio, uma mistura das duas “raças”, mas macaco não! Macaco não! É impressionante como a sociedade do espetáculo tenta se apropriar dos

Falta muito de índio em cada um de nós!



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(Foto: reprodução Funai) Hoje, 19 de abril, é o Dia do Índio. Como bem disse Jorge Ben em seu hino às etnias indígenas Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar

O dia em que pintaram faixas sobre o descaso (e conheci a Bruzundanga!)



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(Fotos: reprodução Facebook) Tive a oportunidade surreal de conhecer a Bruzundanga, república federativa que Lima Barreto tão bem descreveu no seu Os Bruzundangas. O boêmio escritor carioca me veio em

Ensaio sobre a simplicidade



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(Pulo da Ponte Velha, no Poço da Draga – Fotos: Revista Berro) “… Entendo bem o sotaque das águas. Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes. Prezo insetos

Às donas Marias, Anas, Rosas, Dandaras, Olgas e Pagus que vivem em cada um de nós!



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(Arte: Klévisson Viana) Hoje, 8 de março, comemora-se o Dia da Mulher. Em 1917, no dia 8 de março, milhares de mulheres russas saíram às ruas para protestar contra a

O despejo violento no Alto da Paz e a naturalização da barbárie



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(Fotos: Davi Pinheiro/Nigéria) Fortaleza, quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014. Enquanto a cidade vivia sua rotina cotidiana de metrópole, 350 famílias da comunidade Alto da Paz, no Vicente Pizón, eram

O cinegrafista Santiago, a gari Cleonice e você: qual morte vale mais?



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(Charge: Latuff) Santiago Andrade, o cinegrafista da Bandeirantes atingido acidentalmente por um rojão lançado por um manifestante no Rio de Janeiro, está morto. É extremamente doído que alguém faleça durante

Quem se importa com os mortos da favela?



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(Foto: Chico Célio/Revista Berro) Na última terça-feira à noite, após o racha na quadra – que é de lei! -, trocávamos umas idéias na calçadinha do Vanor quando, repentinamente, somos