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Prazer, Bode Berro!

Bode Berro

Ó aí, rapaz! Deixaram um netbook e uma TV no meu balcão, tou me sentindo um barão aqui!

Dizaí, negada! Os patrão aqui da Revista Berro não divulgaram muito sobre mim porque o processo de contratação ainda tava rolando. Altas burocracia, uma parada aí sobre animal não poder trabalhar como porteiro. Marrapaz, qual é a treta de abrir e fechar porta pras visita? Sou um bode articulado!

Isso mesmo, sou bode. Bode bode. Bode Berro! Nasci cabritim e tudo! Vim do interior pra Fortaleza sozinho quando ainda era moleque, mas já cresci e agora sou um membro ativo, distinto e calibrado da sociedade. Até emprego eu tenho! Tou melhor que muito bicho-homem, cumpáde! Os patrão até liberaram o site deles aqui pra eu escrever minhas paradas, ser “formador de opinião”, um negócio desses. Mas eu não sei formar opinião, só sei dar mesmo! Acho que vou ser um “doador de opinião”, é mais realista! O problema é alguém querer opinião de um bode… se nem de bicho-homem aceitam, né não? Ieeeei! Tamo é bem!

Tá batendo a hora do rango aqui mas a fome já bateu antes, vida de proletário é pêia! Hehe! Já me sinto devidamente apresentado pra vocês, então acho que vou encerrar a parada. Então é isso! Primeira parada escrita, direto do meu balcão! Precisando de mim, tou por aqui, varrendo o chão da Revista Berro ou fazendo o café da galera. Pensa o quê! Sou um bode prendado, falta só a felizarda pra arrumar os pano-de-bunda! Ieeeeeei! Tou solteiro, cabritada!

Na hora da bóia e depois do expediente tou lá no bar desbrocando, chega nessa que eu boto a primeira pra nós!

Abraço caprino do bode Berro! Béééééé!

Bode Berro é nosso mascote e porteiro, mas ele já se auto-proclamou o sex-symbol da Revista Berro.

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