O favelês cearense



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O favelês cearense, que aqui proponho como categoria de análise, é um modo de falar riquíssimo em inventividade e semântica, é o principal dialeto falado nas favelas cearenses por parte

A feira como arte da oralidade popular



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Às quintas, há cerca de vinte anos, começando na rua Castro Alencar e dobrando na avenida Plácido Castelo, ocorre uma feira bastante conhecida em toda a região. Feirantes, que também

As relações sociais das camadas populares



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Seriam as áreas comuns das favelas mais vivas do que nos bairros classe-medianos e “nobres”? Pessoas, cachorros, gatos, porcos, galinhas, jumentos e burros transitam pelas suas ruas e vielas labirínticas.

Berros, tragos e aspirinas



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Bento chegou ao centro da cidade caminhando estreito, até avistar seus amigos em frente ao Bar no Porão. Acreditara nas palavras da ex-namorada, mas a loucura que lhe parecia essa

Grande Tancredo Neves: formação dos territórios



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Os primeiros dois textos da série Antropologia do crime no Ceará discutiram sobre aspectos éticos e metodológicos durante a pesquisa de campo. A partir deste, adentro nos resultados da pesquisa.

(Podcast) Mitocôndria #4 entrevista Gleiciany Queiroz e Gabriel Aguiar // Sabiaguaba Viva



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  Se você sabe Quanto tempo foi preciso Pra que esse paraíso Fosse essa imensa duna Se você sabe Quanto tempo é necessário Pra que esse relicário Virasse essa bela

A visita



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Bento vinha vindo com a sacolinha do mercado na mão e com óculos escuros e uma ressaca na cara. Letícia vinha em sua direção e ele teve que retirar os

Pesquisando o “mundo do crime” e inserindo-se no “campo”



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Como dizia no final do último texto, todo o processo de pesquisa em campo deve ter como horizonte ético-político um exercício de alteridade baseado em humildade e respeito aos indivíduos

Cartas a Ardilla: A mancha



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A mancha, 8 de maio de 2020 Estimado Ardilla, Espero que você esteja bem de saúde e de ânimo. Confesso que seu laconismo ainda me assusta um pouco. Na falta

Tiê



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“Caralho mané, se me contassem que tu teve que ficar quinze dias de cama só porque tomou um tapinha na cara eu não iria acreditar, tá ligado?” Caetano dispensou a