Matei porque era legal



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(Ilustração: obra “Morte”, de Oscar Bluemner) João Ernesto Matei porque era legal… Só pensei em girar a faca na hora em que senti o sangue na minha mão, eu posso lhe jurar

Zero:zero



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23h37min. Saraiva estava apreensivo, preocupado em passar a noite só, logo àquela noite, querendo saber se Fernandes viria ou não trabalhar; aperreadim mesmo depois de um chá de capim santo,

Eles sabem o que é amar



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– Eu te amo! É o que ele fala, sem dá muita importância a si mesmo. Ela o esculacha, relembrando acontecimentos que estrangularam a relação entre os dois e desliga

Quer olhar uma meia também?



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Felipe Yarzon Minha panturrilha parece com a de um atleta. Eu tenho orgulho da minha panturrilha. Quando estico a perna e o músculo salta, sempre alguém comenta: “Malhando, hein?”. Não

Sol com pancadas de chuva



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Joana Bê Não sentia calor nunca. Sabe aquela sensação na epiderme, que vai penetrando de pouquinho o corpo até cada centímetro dele parecer a ponta de um cigarro? Vivian não

Bruxas



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Joana Bê “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”. (Dom Quixote – Miguel de Cervantes) É que Ana não acredita. Só por isso vou contar. Ana

Uma alegoria falante



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Joana Bê Eu falo alto que é pro mundo saber que o desejo é coisa viva, pra se gritar, jogar no vento. A gente tem que perder essa mania de

O dia em que pintaram faixas sobre o descaso (e conheci a Bruzundanga!)



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(Fotos: reprodução Facebook) Tive a oportunidade surreal de conhecer a Bruzundanga, república federativa que Lima Barreto tão bem descreveu no seu Os Bruzundangas. O boêmio escritor carioca me veio em

Ana quem?



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Joana Bê Deitada no escuro, Ana fazia pequenos balanços das pequenas decisões do dia. Desde muito cedo – e como a maioria das pessoas – escutava sua família (em especial

Ser tão



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Por Melina A. Aragão Meio dia. O vento lançava redemoinhos de poeira, tingindo o tempo. Caatinga marrom borrada pelo verde dos juazeiros. Ela, de seu alpendre, contemplava a solidão silenciosa